sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Resenha do O Globo - Chinese Democracy



RIO - Aquela voz aguda - esganiçada, diriam alguns - aquele som de guitarra, aquele piano... seriam uma antiga banda dos anos 1980 e 90, o, o... como se chamava mesmo? Guns N' Roses? Mas será possível? 

Sim, é ele mesmo, Axl Rose e o batalhão de músicos que trouxe para junto de si desde o lançamento do disco de covers "The spaghetti incident?", de 1993, e que chama coletivamente de Guns N' Roses, a banda de hard rock que assombrou o mundo com discos como "Appetite for destruction", de 1987, e a dupla "Use your illusion" I e II, de 1991.

Disco traz voz do cantor em excelente forma

Possivelmente o disco mais gravado e regravado da história do rock, e certamente o que gerou mais piadinhas ao longo da década e meia de gestação, "Chinese democracy" existe, e chega às lojas dia 25 de novembro, antes, afinal, de os chineses começarem a eleger seus governantes. A imprensa foi convidada a uma audição das 14 faixas que compõem o disco, em São Paulo, na noite de terça-feira.

Claro que "Chinese democracy" não vale os 15 anos que o mundo esperou por ele. Disco nenhum valeria. Mas, maluquices de Rose à parte, o disco tem qualidades, como uma produção esmerada - em muitos momentos exagerada, com batidas eletrônicas, ruídos e supostos arranjos de cordas desnecessários -, um excelente trabalho de guitarras e a voz do cantor em excelente forma. Se Axl Rose conseguirá cantar ao vivo os agudos que registrou (não se sabe qual o tamanho da ajuda da tecnologia no registro dos vocais) em músicas como "Scraped" e "If the world", só Deus e uma eventual turnê mundial dirão. Mas, no disco, em registros diversos, manda muito bem. 

"Chinese democracy" começa com a faixa-título, em que efeitos sonoros diversos são combinados a uma linha de guitarra simples e pesada, além dos guinchos de Rose. Além dos guitarristas que fazem parte do Guns atualmente, Ron Bumblefoot e Richard Fortus, o disco traz o trabalho dos ex-integrantes Buckethead e Robin Finck, a dupla esdrúxula e eficientíssima que veio com a banda ao Rock in Rio 3, em 2001. "Shackler's revenge", a faixa seguinte, é levada por um riff industrial - Rose disse em muitas entrevistas admirar o gênero de rock moderno (em 1995) de bandas como Nine Inch Nails (de onde saiu Finck) - e pela voz processada do cantor. É uma boa canção, que, como a maioria das faixas do disco, ganharia com uma produção mais enxuta. "Better" segue a fórmula da eletrônica com o rock, conseguindo um resultado ainda mais esquisito.

A primeira balada do disco é "Street of dreams", levada no piano (gravado por Rose, apesar da presença, na banda, dos tecladistas Dizzy Reed e Chris Pittman), finalmente uma canção simples, bonita, redonda, na melhor tradição de Rose e sua confessa influência de Elton John. O badalado cheiro de Oriente (ou seria Caribe? África?) que permearia o disco aparece em "If the world", mais uma boa idéia prejudicada por computadores e barulhinhos em excesso (a produção, aliás, é assinada por Rose e Caram Costanzo, que tem bandas como o Pearl Jam e os Stone Temple Pilots no currículo), além da latente falta de sensibilidade de um branquelo nascido no Indiana em 1962 para sonoridades alheias a seu universo roqueiro. "There was a time" é mais uma em que brilham as guitarras, simples, pesadas - as melodias de Slash, antigo parceiro de Rose, nos solos, fazem alguma falta, mas as bases são sólidas como uma muralha --, com uma tensão que remete ao sucesso "November rain".

O pianão reaparece em "Catcher in the rye", misturado a um som de guitarra furioso. No meio da salada, nota-se outra velha influência do Guns, os Beatles, principalmente Paul McCartney, de quem a banda gravou "Live and let die". Mais uma boa canção. "Scraped" é uma das poucas em que a tentativa de Rose de soar "moderno" é bem-sucedida. Ele alterna bem os graves e agudos, no meio de um mar de efeitos sonoros. "Riad N' the bedouins", assim como a já conhecida "Madagascar", volta a terras distantes, nenhuma com resultado a se comemorar. O mesmo não acontece com "Sorry", uma balada mais reta, mas um terreno que o cantor ruivo domina com desenvoltura. "IRS" - com uma letra que une o imposto de renda a um amor malsucedido - e "Prostitute" vão por um lado mais pop, com as tradicionais guitarras pesadas, mas pouco acrescentam. Mais uma balada? Mais uma balada - e elas são a principal força do disco --, "This I love", uma bela melodia angustiada, que mostra que, em algum lugar atrás das tatuagens, das tranças dread e do Botox, ainda vive Axl Rose.

Vale 15 anos de espera? Não. É o novo disco do Guns N' Roses? Mais ou menos. Uma coleção de rocks que vale uma ouvida? Sim, com certeza. 


Fonte: http://www.gunnersbrasil.com/arquivo-de-noticias-gunsnroses/43-guns-n-roses/916-oglobo-faz-review-de-chinese-democracy

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Review da Rolling Stone - Chinese Democracy

Guns N' Roses - Chinese Democracy - Avaliação: 4/5

Vamos direto ao assunto: o primeiro álbum de músicas novas e originais do Guns N' Roses desde a primeira admnistração de um Bush é um disco de hard-rock ótimo, audacioso, atordoante e descompromissado. Em outras palavras, soa muito parecido com o Guns n' Roses que você conhece. Às vezes, é o quinteto de punho cerrado que fez uma tempestade perfeita em 1987 no Appetite For Destruction; mais comumente é o destrinchado pelos CDs maximizados de 1991, Use Your Illusion I e II, mas aqui é comprimido em um único disco convulsivo de guitarras super-fritadoras, fanfarras orquestrais, eletrônica hip-hop, um coro de tabernáculo metálico e Axl Rose cantando ainda viril como uma sirene enferrujada.

Se Rose já teve seu momento de dúvida ou arrependimento sobre o que o Chinese Democracy custou a ele em tempo (13 anos), dinheiro (14 estúdios são listados nos créditos) e contador de corpos - incluindo a saída de cada outros membros fundadores da banda - ele não deixou espaço para isso nestas 14 músicas. "Eu aposto que você acha que eu estou fazendo isso tudo pela minha saúde", explode o Axl através da saturação bombástica de guitarras em "I.R.S", uma das várias referências de lampejo no álbum sobre o que ele sabe que muita gente pensa dele: que Rose, agora com 46 anos, tem passado o último terço de sua vida correndo fora do trilho, a meia-luz. Mas quando ele rasga

"todas as coisas são possíveis/eu sou imparável" na pancada "Scraped",que não é um excesso de segurança - apenas um bom e velho rock & roll do tipo "foda-se", que meio que fez dele e da banda antiga famosa e quente em primeiro lugar.

Outra coisa que o Axl transmite o tempo todo no Chinese Democracy: moderação é para os fracos. Há bastante poder de fogo familiar de guitarra - o cortante lick que abre a primeira faixa, "Chinese Democracy", a distorção diabolicamente arenosa de "Riad N' the Bedouins" e os repetidos berros agudos na grandiosa e angustiante "Street of Dreams". Mas o que o Slash e o IzzyStradlin costumavam fazer com duas guitarras agora precisa de uma parede delas. Em algumas faixas, Rose tem mais de cinco caras – Robin Finck, Buckethead, Paul Tobias, Ron "Bumblefoot" Thal e Richard Fortus - tocando riffs e solos em amplos e serrados borrões. E isso não é uma

coisa ruim. Eu ainda acho que a raivosa, cheia de coisas, "Oh My God" -uma antiga faixa do Chinese Democracy disperdiçada na trilha sonora de Fim dos Dias, de 1999 - bate tudo no álbum do Guns N' Roses de covers

de 1993, The Spaghetti Incident?.

A maioria dessas músicas também vão através de múltiplas reviravoltas de personalidade, como se o Axl estivesse tentando novas visões de um gancho ou uma ponte e então decidido, "ora que diabos, eles são todos legais". "Better" começa com algo que soa como um recado de secretária eletrônica hip-hop – guitarra bastante retocada, drum machine e um quase falsetto do Axl ("Ninguém me disse quando/Eu estava sozinho/Eles apenas achavam que eu saberia melhor") - antes de estourar a intro com a bofetada do clássico som da Sunset Strip. "If the World" tem o Buckethead arrancando uma guitarra flamenca em um groove de filme blackpower dos anos 70, enquanto Rose mostra que ele ainda consegue segurar um movimento de grande fôlego - parte vítima torturada, parte jato barulhento - como nenhum outro cantor de rock.

 

A há tanta coisa acontecendo em "There Was a Time" - cordas e Mellotron, uma orquestra inteira e o Axl fazendo harmonias com murmúrios azedos em camadas de gravação, guitarra wah-wah e um falso final (mais coros) - que é fácil acreditar que Rose passou a maior parte da década passada somente no arranjo dessa. Mas nunca é uma bagunça, mais como uma massa barulhenta de memórias ruins e lições difíceis. Nas primeiras linhas, Rose vai de volta a um começo muito parecido com o próprio - "Vidros quebrados e cigarros/Frases na parede/Foi uma pechincha por um verão/E eu achei que tinha de tudo" – e então empilha os destroços junto com a orquestra e guitarras. No final,é um grande caldeirão de saudade e adeus ("Se eu pudesse voltar no tempo... Mas eu não quero saber disso agora"). Se este é o Guns N' Roses que Rose ouvia em sua cabeça durante esse tempo todo, é óbvio o porquê de duas guitarras, baixo e bateria nunca terem sido suficientes.

É claro, também, que ele acha que o Guns N' Roses é uma banda, tanto quanto a que gravou "Welcome to the Jungle", "Sweet Child O' Mine", "Used to Love Her" e "Civil War". Os volumosos créditos que vêm com o Chinese Democracy certamente dão créditos detalhados onde são necessários. Meu favorito: "Sugestões de arranjo iniciais: Youth em 'Madagascar'". Rose pega a grande fatia - "Letras e Melodias por Axl Rose" - mas compartilha linhas inteiras de música com outros músicos em todas as faixas menos uma. O baixista Tommy Stinson toca em quase todas as músicas e o tecladista Dizzy Reed, o único sobrevivente da formação dos Illusions, faz as honras de um piano ao estilo Elton John em "Street of Dreams".

Mas Axl ainda canta bastante sobre o poder do absoluto, solitário até quando ele se joga em uma luta maior, como "Chinese Democracy". Em "Madagascar", que o Axl tem tocado ao vivo por vários anos já, ele coloca samples tanto do discurso do Dr. Martin Luther King "I have a dream" quanto do diálogo do filme Cool Hand Luke.

E, no final do álbum, na asperamente entitulada "Prostitute", Rose muda

de um quase tenor em conversa sobre uma confusão bomba-relógio para uma barricada de cinco guitarras, luzes orquestrais e um grito justo: "pergunte a si mesmo/Por que eu deveria escolher/Me prostituir/Para viver com fortuna e vergonha". Para ele, a longa marcha ao Chinese Democracy não foi sobre paranóia e controle. É sobre dizer "não farei" quando todo mundo insistiu "você deve". Você pode debater se um disco de rock vale a pena tanta autoindulgência extrema. Na verdade, a coisa mais rock & roll do Chinese Democracy é que ele não liga se você acha isso.

 

DAVID FRICKE

 

Fonte: http://www.rollingstone.com/reviews/album/24024297/review/24161281/chinese_democracy

Tradução:Voodoochild do www.perfectcrimegnr.com

 

Coisas que só fazem sentido a um fã do GNR

Coisas que só um fã do Guns N' Roses entende:Publicar postagem
 
1) Faltam X terças-feiras ainda;
2) 'I don't think soon is the word';
3) 'Ok, nevermind'
4) Isto não tem nada a ver com Michael Jackson
5) Round One
6) Nobody Knows I'm a lesbian?
7) 'Are you listening to me, mr Security man?'
8) Dr. Pepper
9) 'Bon Jovi can suck my dick'
10) Eu vi Paul McCartney tocando sua música
11) - Vocês têm algo em comum com Iron Maiden? 
      - Eu espero que não.
12) Chinese Democracy starts now!
13) Kill your idols
14) 6 de março de 2007
15) 'Não prenda a respiração (esperando o Chinese). Ao invés disso, espere por Jesus. Ouvi dizer que a espera é mais recompensadora.'
16) Sai NESTE ano!
17) Em algum momento no final do outono...
18) As pessoas ouvirão música ESTE ano!
19) 'Your downloading motherfuckers!'

Você também tem a sua lista? Comente!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Chinese Democracy - Mitos, fatos e curiosidades

Você sabia que:
- o custo do álbum é superior a 15 milhões de dólares?
- versões de músicas que estarão no álbum foram vazando lentamente na Net?
- Axl diz ter trabalhado em mais de 70 músicas?
- a empresa de refrigerantes Dr Pepper, no início deste ano, lançou um desafio: se o Chinese fosse lançado ainda em 2008, ela daria uma garrafa de refrigerante para todo e qualquer cidadão americano, excento para o Slash e para o Buckethead? Eles já anunciaram que cumprirão a promessa;
- IRS, uma das músicas vazadas, apareceu a 1a vez justamente no dia 1º de abril?
- Better, música que parece ser a preferida da maioria dos fãs, chegou a ser utilizada em um comercial da Harley Davidson pouco antes da turnê de 2006? Infelizmente, a música do comercial foi substituído por Paradise City;
- The Blues, tocada pela banda desde 2001, não se chamará The Blues? O nome da música no álbum será Street of Dreams.

Chinese Democracy - O mito, a lenda, o álbum!


Depois de uma espera de quase 15 anos, finalmente poderei ter em mãos o álbum mais aguardado, adiado e caro de todos os tempos: Chinese Democracy, do Guns N' Roses!!!! Para alguns, essa espera foi até risível. Para mim, foi uma verdadeira saga, somente compreensível por verdadeiros e pacientes fãs!!!
Acesse 
www.gunsnroses.com para ouvir o single que leva o título do álbum. É hard rock de 1a linha!!!!!

"O lançamento de Chinese Democracy crava um momento histórico no rock n' roll," dizem os empresários Irving Azoff and Andy Gould. Nós estamos lançando uma monumental campanha desenvolvida por Gary Arnold e o time da the Best Buy que combina com o impactante som do álbum. Os fãs do Guns N' Roses têm toda a razão para celebrar com isso que é apenas o começo."

"Chinese Democracy é um dos mais altamente esperados álbuns na história da música, e a Best Buy está exultante de entregar este explosivo e anteriormente ardiloso lançamento para os fãs do Guns N' Roses. Fãs de longa data serão recompensados pela sua paciência e lealdade a essa grande banda, enquanto uma nova geração de fã ficará embasbacada," diz Gary Arnold, Executivo Senior de Entretenimento da Best Buy. "Axl Rose é um dos mais dinâmicos e talentosos compositores e artistas na música moderna. Best Buy está empolgada de trabalhar com Axl para fazer do lançamento de Chinse Democracy o evento musical de 2008!"

"Guns N' Roses é a principal banda americana de rock, comentou Steve Berman, Presidente de Vendas e Marketing, Interscope Geffen A&M Records. "Ser parceiro do Gary e todos na Best Buy para lançar um dos mais aguardados e lendários álbuns de rock é realmente um momento na história da música. Estamos exultantes de podermos anunciar que Chinese Democracy está vindo, está vindo este ano, e está vindo pela Best Buy."


Produzido por Axl Rose e Caram Costanzo, o álbum, que será lançado pela Black Frog/Geffen Records, inclui 14 faixas. “Shackler’s Revenge” debutou dia 14 de Setembro via videogame Rock Band 2 e “If The World” pode ser ouvida no filme Body Of Lies, que estreou dia 11 de Outubro. Chinese Democracy está sendo lançado em 3 formatos: CD, LP em Vinil (com um download digital gratuito das faixas), e como álbum digital. 

Chinese Democracy - Lançamento - 23/11/2008

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Programa de concessão de crédito - DF

A partir de 15 de setembro, entra em vigor, no DF, o Programa de Concessão de Créditos.
O objetivo do Governo ao instituir o programa é aumentar a arrecadação de ISS e de ICMS, estimulando os consumidores a exigirem a Nota Fiscal. Para isso, o Governo irá conceder como crédito uma parte do imposto pago pelas empresas, que poderá ser abatido no valor do IPVA ou do IPTU. As condições para ser beneficiário do programa são:
- exigir a Nota ou o cupom fiscal com a sua identificação (número de CPF);
- a empresa que vendeu ou prestou o serviço deverá declarar o seu CPF no livro fiscal e recolher o imposto;
- 20% do imposto recolhido será destinado aos consumidores identificados no livro.

Neste primeiro momento, apenas 2 ramos de atividade econômica estarão dentro do programa:
- Serviços de Alimentação (Restaurante, lanchonete, bares e assemelhados);
- Educação e ensino em geral (pré-escola, ensino básico e ensino médio, cursinhos, auto-escolas, academia, cursos de pilotagem etc). O ensino superior está fora do programa.

Interessante é que mesmo que o consumidor não tenha carro ou imóvel, ele poderá TRANSFERIR o crédito para terceiros. Isso faz com que todos, sem exceção, se sintam estimulados a exigir a nota ou o cupom fiscal.

Exemplo:
a) Nota Fiscal de cursinho no valor de R$ 1000,00 (incidência de ISS).
A alíquota do ISS é 5%, o que corresponderá a R$ 50,00 . O programa concede o crédito de 20% sobre esse valor. Logo, o consumidor terá direito a R$ 10,00 para abater no seu IPVA ou no seu IPTU (ou seja, o crédito efetivo será de 1% sobre o valor da Nota).

b) No caso de incidência de ICMS, o cálculo é mais difícil pois deve ser levado em conta o valor do crédito que a empresa possuía. Mas o valor efetivamente recolhido normalmente gira em torno de 5% a 10%, também. Logo, o crédito também ficará em torno de 1%.

A intenção do Governo é um incremento considerável na arrecadação. Sabe-se que a sonegação nesses ramos de atividade é grande (quem pede nota fiscal de sua escola? ou do restaurante em que almoça todos os dias?). Obtendo sucesso, muitos outros ramos de atividade serão incluídos.

Acesse o sítio: www.fazenda.df.gov.br
Fonte: Lei 4159/2008, Decreto 29396/2008, Portaria 323/2008.

O objetivo do blog

Aqui neste blog, você vai encontrar de tudo. Opiniões sobre Fórmula 1, futebol, livros, filmes, sobre o nada, filosofia. É um espaço para discussão sobre os mais variados assuntos.